Para os sobreviventes da distância, a primeira semana como universitário é um processo de transformação da mente, nesse tempo, opiniões caem e se formam com muita intensidade. A mente abre de fato. A maioria amadurece, repito, a maioria. Tem aqueles que se perdem num mar de idéias, e perdem a noção do certo e do errado... mas ainda há salvação.
Depois dessa "passagem" do antes e depois, vem o resultado, no caso, o seu novo "eu". O fulano conhece pessoas, convive com pessoas (esse é o verdadeiro desafio), montam repúblicas, desmontam tabus. Você e faz e vê coisas, muitas delas você esperava presenciar. É justamente esse resultado que você torna a defender, do mesmo jeito que defendia o seu antigo você, ou o seu "eu" pré-universitário.
A universidade te molda novamente, por mais orgulhoso que você seja. É justamente uma nova oportunidade de ser uma pessoa diferente. O perigoso é como você se apresenta, e como você vai lidar com o seu novo "você"!
Entretanto, VIVA a vida de universitário, VIVA a Unesp, onde estou cursando. Como já dizia o grande Dr. Sérgio Norte, "para fazer história, tem que ter culhões", faço palavras deles as minhas, para encarar essa nova fase, tem que ter culhões.
Sou uma vitima dessa "universitarização". Todos aqui são.
AWAY.
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